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Depoimento

Deiber Júnio Silva Mendes

01.10.2012 |

Deiber Júnio Silva Mendes

Voluntário da Casa AURA há 1 ano

 Profissão: Escritor, biólogo, modelo e ator.

Quem pode ser mais verdadeiro do que uma criança? É engraçado pensar em tantos sermões morais que escutamos pelos mais distintos caminhos de nossas vidas e perceber que nenhum deles é tão importante e verdadeiro como as lições de vida vindas de uma criança. É na escola da vida que a gente aprende a amar e cuidar do próximo como se cuida de si mesmo é um aprendizado que só se concretiza com a prática. É preciso sentir o calor do abraço de quem pede por ajuda e, então, desvendar os olhos e perceber que desejamos tantas coisas na vida e tudo o que precisamos é um do outro.

Ninguém é capaz de resolver nada sozinho, nem mesmo os médicos. Eles podem fazer os exames e providenciar os remédios, mas, ainda que queiram, não podem acompanhar o dia a dia de todos os pacientes que atendem. Eles precisam de ajuda, pois o diagnóstico e o tratamento são mais amplos. É necessário pessoas com envolvimento social, companheiras, educadoras, alegres, esperançosas, solidárias e amar ao próximo como a si mesmo é o dever de todos nós.

Dia 11 de julho de 2011 fiz uma visita à casa Aura e, a partir de então, aprendi muitas lições de vida e vivi sentimentos e emoções incríveis que nunca poderia imaginar vivenciá-los em outro local. Minha maior surpresa foi perceber que as crianças daqui enfrentam muitas dificuldades e, ainda assim, estão entre as pessoas mais generosas que conheço, sendo que a atitude mais bonita, verdadeira e solidária que já presenciei na vida foi observar a completa entrega de uma menininha de quatro anos para ser o ombro amigo, o braço direito e a perna direita amputada de sua amiga e paciente adolescente. Ela não precisou me dizer uma só palavra para me ensinar tantas coisas e me inspirar para que eu tentasse ser para aquelas crianças a amiga que ela foi para aquela jovem que estará para sempre em nossas lembranças e em nossos corações.

Dentro da casa Aura a escola da vida me ensinou a viver cada dia com mais alegria. Antes de visitá-la, imaginava encontrar por crianças invalidadas, deitadas em uma cama e precisando de cuidados e encontrei um ambiente alegre e colorido com pessoas mais alegres e coloridas ainda. As atividades eram múltiplas, alguns faziam deveres de casa, outros brincavam na brinquedoteca e na área externa de recreação e todos compartilhavam as suas experiências e enxergavam um no outro a melhor companhia de suas vidas. Meu pensamento mudou completamente ao perceber que eu era a pessoa mais acolhida da casa e fiquei surpreso com a vontade de viver daquelas crianças que hoje são os meus maiores professores. Muitos ainda nem aprenderam a escrever, mas o que as palavras podem confrontar com os sentimentos?

Inspiro-me muito nas crianças em tudo o que eu faço. Elas ainda não são condicionadas às regras e limitações criadas pelos adultos e por isso possuem uma imaginação sem limites e o seu pensamento transporta-nos para os caminhos mais divertidos e inspiradores. Costumamos pensar que devemos ensinar a elas o que fazer e com um pouquinho de sensibilidade, adaptamos a nossa visão para perceber que elas têm muito mais a nos dizer do que o contrário. Diferentes de nós, dizem com gestos, sorrisos, olhares ou simplesmente com um caloroso abraço.

Crescemos e muitas vezes esquecemo-nos de resgatar esses laços afetivos com os quais nascemos e aos poucos vamos perdendo o instinto de sentir o mundo ao nosso redor e os nossos sentidos já não funcionam como antes. Digo muitas vezes, pois existem pessoas que percebem que preservar o lado criança de dentro de si é também parar no tempo e ninguém melhor para identificá-las como as próprias crianças.

Nós adultos costumamos desejar brinquedos bonitos por fora e de última geração, enquanto que as pequeninas crianças se importam simplesmente com o quanto a imaginação pode aflorar de um objeto qualquer. Pode ser um videogame, mas às vezes são simples blocos de lego e ela pode construir um castelo e convidá-lo para se aventurar em seu mundo imaginário. A pergunta é: você está preparado para isso? Geralmente não compreendemos o que pensam por valorizarmos mais a casca do que o conteúdo. Minha experiência na casa Aura me fez perceber que, quando as crianças são especiais, a fuga da imaginação faz-se mais necessária e por isso elas também estão entre as pessoas mais criativas que conheço.

É como se necessitassem da imaginação como forma de defesa para suportar o que enfrentam no dia a dia e também exteriorizassem através de brincadeiras o que as incomoda e faz parte de sua rotina. Convidam-te para brincar de casinha, videogame, jogar futebol, cantar, dançar e também querem tirar seu sangue, fazer exames e colocar o termômetro debaixo do braço. São tão inteligentes que reconhecem em cada um o sentimento de amizade e de cuidado e, então, se formam os laços afetivos. Quantos laços que mais parecem nós de marinheiros!

Sou modelo fotográfico e antes de conhecer a casa Aura, queria ser mais alto, pois me sentia desconfortável e isolado ao me comparar a outros profissionais do ramo e hoje agradeço a Deus por eu conseguir entrar na casinha que as crianças brincam e poder ter compartilhado tantas histórias. Somos induzidos a valorizar o mundo pela sua aparência externa, pois a sociedade prega que isso é muito importante às nossas vidas, mas os verdadeiros valores estão dentro de todos nós. Mais vale um simples frasco de perfume com uma essência apaixonante do que o mais belo dos frascos que não conseguimos sentir sua fragrância.

Essas crianças podem ser humildes, mas são essenciais às nossas vidas. A sua fragrância exala generosidade, carinho e solidariedade e cabe a nós, frequentadores da casa de apoio Aura, aprender muito com elas. Deus é tão justo e maravilhoso que as pessoas mais recompensadas na vida são aquelas que abrem os seus corações ao próximo e conseguem compreender o seu verdadeiro sentido de considerarmo-nos irmãos de uma grande família. Alguns momentos na vida são inesquecíveis e em um lugar tão especial e iluminado como a casa Aura, de apoio a crianças e adolescentes com câncer, esses momentos deixam de serem alguns. Ficam muitas lembranças e cada pessoa presente, independente de sua origem, função ou condição social, preenche-se de verdadeiros sentimentos.

Emociona presenciar a companhia e os sacrifícios dos pais para garantir as melhores condições de vida aos seus filhos, a alegria dos voluntários em participar da causa e fazer parte da vida de pessoas tão especiais e o acolhimento e a competência dos funcionários da casa. Todos se dão ao máximo e ninguém deseja receber todos os méritos. O trabalho é em grupo e envolve não somente a instituição, mas toda a sociedade. Na casa Aura conheci crianças, pais, voluntários e funcionários que serão meus eternos amigos porque o que fazemos é amar ao próximo e o amor verdadeiro é eterno.

Janaína Praeiro Leite

25.09.2012 |

 

Voluntária da Casa de Apoio Aura há 6 anos

“Sou voluntária na Aura há 6 anos. E, desde que entrei, venho acompanhando o crescimento físico das crianças, a evolução do tratamento ou suas adversidades. Tenho carinho e amor por todas, e, em especial, algumas em que a convivência tornou-se mais habitual. Toda vez que saio da casa me sinto realmente útil e capaz de não somente pensar e viver em função de saciar minhas próprias vontades e desejos.

Na Aura realizo diversas atividades recreativas com as crianças: oficinas,brincadeiras, jogos e leitura. Nas datas comemorativas como Páscoa, Natal, dia das crianças e outras festividades, auxilio na produção e instruo nas atividades em grupo com visitantes externos.

Sou eternamente grata pelas pessoas que tornaram possível minha inserção na Casa como voluntária. Para mim, estar com as crianças é vivenciar momentos de paz e de felicidade. Poder sentir o carinho e amor sincero vindo de um sorriso ou abraço apertado é emocionante, sempre.

Quando você dedica algumas horas de sua rotina semanal em prol do outro, seja ele um amigo, um idoso, uma criança ou quem quer que seja, você realmente acredita no real significado de viver e não apenas existir. recomendo a todos que realizem ao menos algum trabalho voluntário. è necessário e importante para qualquer pessoa.” 

Andréa Machado de Britto

25.09.2012 |

Profissão: Psicóloga

Voluntária da Casa de Apoio AURA há 8 meses.

 

Tudo começou com  minha mãe. Com ela aprendi o que é solidariedade, a importância de amar ao próximo e de encarar a vida com otimismo e alegria. Deus veio buscá-la em 2011; foi quando escolhi a Casa de Apoio – AURA para continuar o meu aprendizado.

Convivendo com essas crianças, começei a dar valor às pequenas coisas antes despercebidas e a perceber a grandeza interior de cada criança que mesmo adoecida nos ensina a superar dificuldades. Aqui somos uma equipe aprendendo a amar incondicionalmente.

Parabéns Casa Aura pelo belo trabalho.

 

 

T.A.H.T

20.09.2012 |

“Você pouco dá quando dá os seus pertences. É quando você se dá que está verdadeiramente dando.”

Khalil Gibran

“Quando a gente se dá a gente não julga, dá oportunidades. Ajuda a caminhar, a progredir. Compreende. Mais que isso… A gente doa o que a gente tem de bom. É por isso que a gente faz a diferença, porque se compromete  a trabalhar e se dedicar por uma causa. É um privilégio estar inserida na Aura, que busca ajudar, edificar, construir pessoas, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Ser Aura é usufruir da simplicidade do convívio amigo; é caminhar com a humildade de quem tem ainda muito para aprender, para melhorar, para crescer. Agradeço pela confiança, e pela possibilidade que me deram de não só sonhar com um mundo melhor, mas de realmente fazê-lo melhor.”

 

 

Graça Chamone

17.08.2012 |

“Ser doadora é uma experiência gratificante, por proporcionar o bem estar, a alegria e tentar melhorar a vida dos pequeninos pacientes da AURA.”

Mônica Cabral Rennó

17.08.2012 |

Profissão: Pedagoga
Voluntário da Casa de Apoio-AURA

Meu nome é Mônica Cabral Rennó e sou voluntária da Casa de Apoio-AURA desde o ano de 2000. Depois de ler uma reportagem sobre esta instituição no Jornal Pampulha onde a sua idealizadora e presidente, Eliane Dantas falava sobre seu trabalho e solicitava voluntários, veio em mim àquela vontade de ajudar e fazer alguma coisa. Foi quando procurei a AURA, que na época era em uma casa no bairro Sion.

Comecei com o compromisso de vender ingressos para uma exposição de mesas de natal. Corri atrás e consegui vender muitos ingressos!

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Márcia Cristina Linhares Balaguer Abramo

17.08.2012 |

Profissão: Arquiteta
Voluntário da Casa de Apoio -AURA 

Conheci o trabalho da Casa de Apoio AURA através de uma amiga que me convidou para, junto com ela, ensinar e desenvolver trabalhos manuais com as mães e acompanhantes dos pacientes.

Isso aconteceu em 2006, ano da copa do mundo e o primeiro trabalho foi bordar camisetas do Brasil que as mães vendiam. A idéia era proporcionar a elas condições de fazerem algo que lhes rendesse algum benefício financeiro quando voltassem para suas cidades.

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Marcelle Curi Pinheiro

17.08.2012 |

Profissão: Do lar
Voluntário da Casa de Apoio AURA há 4 meses

No começo, achei que seria muito difícil. Entrei aqui por acaso, e perguntei o que era a Casa AURA. Antes de terminar a pergunta já estava chorando e muito. Tia Ana me mandou ir para casa e pensar a respeito. Se algo em mim mandasse  voltar, aí sim, deveria voltar. Fui levar meus filhos ao dentista e comecei a orar. Aos prantos eu dizia: Senhor, eu gostaria tanto de ser voluntária na Aura, com essas crianças. Mas não sei se consigo, não posso ver crianças sofrendo….Me ajuda , Senhor!? Ao chegar ao dentista tinha uma revista na mesa que dizia: “Essas crianças precisam de seu apoio.” Não acreditei!!!!! Resposta imediata. Abri a revista e lá dentro estava a Casa AURA. Senti uma paz incrível e no dia seguinte iniciei o trabalho voluntário.

Tem sido incrível!!!!!!

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Priscila Duelli Alvarenga

17.08.2012 |


Profissão: Enfermeira

Voluntária da Casa de Apoio-AURA há 5anos

Meu nome é Priscila, e hoje sou enfermeira. Quando iniciei na AURA, em junho de 2007, ainda era acadêmica de enfermagem e tinha apenas o intuito de cumprir horas de serviço voluntário para continuar com bolsa de estudos na faculdade, mas algo me despertou para dar continuidade ao voluntariado desde então.

Sempre tive a vontade de ajudar ao próximo, mas com a correria diária esta atividade havia sido deixada e lado.

Com a convivência na AURA, fui me afeiçoando às crianças e nunca mais consegui abandonar.

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Alexandre Alkimim Costa

17.08.2012 |

Profissão: DJ há 29 anos
Cursando: Marketing
Voluntário da Casa de Apoio-AURA há 9anos

Tudo começou com a minha tia, quando ela coordenava o grupo de voluntários da AURA há 10 anos, e a convite dela vim conhecer a Casa de Apoio.

Dois anos depois perdi meu pai de câncer e tive vontade de ajudar as pessoas que passaram ou estavam passando por este problema de saúde. Como já conhecia a instituição logo iniciei o meu trabalho como voluntário.

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